sábado, 6 de outubro de 2012

Assim na politica como na igreja


A campanha política em São Luís teve uma marca: a presença de vários filhos de velhos políticos ou mesmo de políticos já idosos. Todos buscando a manutenção da sua própria dinastia de poder e posição, numa clara demonstração de que a cidade está dividida de forma “pro rata temporis”, isto é, dependendo do tempo de mando de cada um.

Que os políticos vivam assim e queiram preservar uma posição, é próprio deles. O problema é que assim como estes preparam seus filhos para perpetuar seu poder, da mesma forma o fazem os grandes líderes denominacionais para imortalizar suas posições de controle e manipulação na religião evangélica.

Para este perfil de liderança, o tempo do chamado acabou e voltamos ao processo sacerdotal do Velho Testamento, quando o sacerdócio era da família, ou seja, sendo os filhos os legítimos sucessores dos pais. Voltamos ao judaísmo velho testamentário!

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Para que servem as pesquisas eleitorais?


Em época de eleição, além dos indigestos programas eleitorais, surgem as pesquisas, sinalizando as intenções de votos dos eleitores ou mesmos as suas rejeições.
Algumas vezes o meu telefone já tocou com a seguinte pergunta: “Por favor, se a eleição fosse hoje em quem você votaria?” Eu sempre respondo: O voto é pessoal e secreto. Respondo assim porque me sinto invadido no meu direito de manter o meu voto em secreto.

A partir da afirmação da lei que diz que o voto é secreto e pessoal pergunto: Fazer pesquisas eleitorais não viola a privacidade do voto? Perguntar em quem votaria se a eleição fosse hoje, não viola tal lei?
Insisto perguntando: Para que servem as pesquisas eleitorais? Produzir tais pesquisas estatísticas não provoca uma mudança na intensão de votos de muitos eleitores? Não induz muitos eleitores a votarem em quem supostamente tem mais intensão de votos? O que pretendem as pesquisas eleitorais? Será que não trabalham apenas a favor dos candidatos?

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Aos presbíteros da igreja


Uma palavra se faz necessário aos presbíteros da igreja dos nossos dias!

Conforme o texto bíblico, aos presbíteros da igreja era exigido que fossem irrepreensíveis, marido de uma só mulher, moderado, sensato, respeitável, hospitaleiro, que governasse bem a sua casa, não fossem orgulhosos, não briguentos, não apegados ao vinho, nem ávido por lucros desonestos e aptos para ensinar.

 Todas as qualidades exigidas estavam relacionadas ao caráter e ao modo de viver entre os irmãos e na sociedade.

Todavia, hoje as exigências são outras. Eles precisam apenas ser bons comunicadores, bons em “exejegue” bíblica, o que implica em saber ou aprender a manipular bem a Bíblia, especialmente o Velho Testamento, e ter disposição em servir a instituição, fazendo o negócio dar muito lucro.

sábado, 28 de julho de 2012

Pedras vivas ou apenas igrejas de pedra?

Vou para igreja!
Esta frase é repetida muitas vezes em apenas uma semana, pelos chamados cristãos. Quando dizem vou para igreja, se referem a um lugar, um templo, uma catedral, uma construção de pedras, tijolos e concreto.

Foi isso que a igreja se tornou, um lugar onde pessoas frequentam, sejam com boa ou com má intensão. Apenas um lugar!

Essa ideia é produto da falência do conceito do que seja igreja segundo seu criador quando disse: “Eu edificarei a minha igreja”. Não tenho dúvidas de que em algum momento, quando pronunciou tal frase, Jesus tenha pensado literalmente em uma construção. Esse conceito de igreja como templo de pedras é judaico, cuja ideia é a perpetuação do templo como o único lugar onde as orações feitas seriam ouvidas por Deus tornando-se assim em um lugar de controle da relação dos seres humanos com Deus.

O fato é que os “edificadores” de templos da época de Jesus o rejeitaram como a pedra principal, pois haviam construídos uma nova igreja fundamentada em seu templo, ritos e nos seus controladores da relação do homem com o divino. O que eles criaram foi algo dependente deles mesmo e que garantissem a eles um lugar de proeminência diante do povo.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Mentiras sacerdotais que rendem milhões

Mentiras sacerdotais não são coisas dos tempos modernos, já vem de longas datas!

Quando os soldados, romanos que vigiavam o corpo de Jesus no sepulcro, relataram aos sacerdotes sobre o terremoto, afirmando que um anjo do céu havia removido a pedra e que de tão apavorados de medo ficaram como mortos, e que ao acordarem o corpo do Senhor já não estava lá, os chefes dos sacerdotes em reunião com os demais líderes religiosos, financiaram a mentira de que o corpo de Jesus fora roubado pelos seus discípulos.

Essa prática de mentiras a respeito do evangelho rompeu gerações chegando até nossos dias. A diferença é que a primeira mentira foi financiada pelos sacerdotes enquanto as mentiras sacerdotais de hoje financiam os sacerdotes dos novos tempos. São elas que garantem a vida de luxo e riquezas que muitos experimentam a custa dos “fieis” que acreditam em seus engodos travestidos de evangelho.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Podemos questionar os chamados “ungidos de Deus” ?

Estamos diante de grandes desastres em nossos dias. Não são apenas desastres ambientais ou mesmo provenientes de terremotos, tsunamis ou coisas semelhantes. Não são desastres quaisquer, mas aqueles que dizem respeito aos chamados “ungidos do Senhor”.  São acusações sérias que vão desde conluio com bandidos, assassinatos, estelionato e enriquecimentos ilícitos. Todas são acusações feitas a lideres principais de denominação de grande visibilidade no Brasil o que tem sido vergonhoso.

O que assistimos hoje é o cumprimento da palavra de Paulo quando disse: “Sei que, depois de minha partida, lobos ferozes penetrarão no meio de vocês e não pouparão o rebanho. E dentre vocês mesmos se levantarão homens que torcerão a verdade, a fim de atrair os discípulos”. Estes tais “ungidos do senhor” são os “falsos apóstolos, obreiros enganosos, fingindo-se de apóstolos de Cristo” a quem o apostolo Paulo se refere.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Quando o templo vira mercado

Jesus transformou a água em vinho. Com certeza evidenciando mais que uma demonstração de poder, uma profunda lição espiritual. A água da lei com Jesus vira vinho novo, o evangelho limpo. Água em vinho tem a ver com a alegria da presença. Sua presença é a possibilidade de milagre. Sua chegada traz alegria.

Saindo dali Jesus entra no templo e o purifica. Aqui também não é uma simples reação descontrolada ao que acontecia lá, mas sim, outra profunda lição espiritual. A purificação do templo representa a pureza da relação com Deus.

O templo era o centro da relação com Deus para os judeus. Jesus ao limpar o templo de forma tão dura e até incompreensível está tratando exatamente o processo dessa relação. E mesmo fazendo assim não está ratificando que o relacionamento com Deus é em um templo.

Ele está ensinando que em uma relação com o Deus vivo não se negocia, que no templo da presença de Deus não se faz troca ou barganha. Ensina que a relação com Deus não se dá através de um negócio, que a relação com Deus não pode ser tratada como um sistema de lucro pessoal.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Novo nome do blog

Atenção queridos leitores,
Meu blog vai mudar de nome, mas não de objetivo. Usarei o meu próprio nome como identificador do blog.
O endereço passará a ser: www.tomazdeaquinopinheiro.blogspot.com
O nome "Só Jesus" vai continuar como o pano de fundo de tudo que será escrito, pois "onde tem Jesus não cabe mais nada".
Obrigado pela confiança depositada.
Tomaz

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

O melhor de Deus está por vir. Será?

Muitas frases são criadas como frases de efeito não para falar da verdade, mas para falar da verdade de quem a criou. Esta é mais uma delas.

É uma das famosas citações da modernidade evangélica, produto de uma verborréia desprovida da verdade do evangelho. Ela representa não fé em Deus, mas uma “teologia” triunfalista. É triunfalista porque induz quem acredita nela, esperar o melhor pra sua vida em termos naturais, financeiros, físicos, emocionais. O melhor de Deus a que se referem tem a ver com posição, com carros, com o seu próprio bem estar, com prosperidade. Ela está diretamente ligada ao que chamam de “teologia da prosperidade” e é resultante de canas de braço aplicadas sobre texto do tipo: “comereis o melhor da terra” e “o Senhor nos colocou com cabeça e não como cauda”.

É uma frase que traz como mensagem embutida, que Deus tem algo melhor do que já foi feito até hoje à humanidade. É uma idéia bonitinha, no entanto absurdamente herética já que o melhor de Deus para nos já nos foi enviado e é Jesus Cristo. Nada que possamos ter, receber, conquistar ou possuir será de longe parecido como o que Jesus nos trouxe.

A única verdade que pode ser tirada desta frase é se for usada para dizer que o melhor da imagem de Deus em minha vida ainda está por vir. Isso porque nosso propósito é ser transformado em gente parecida com Jesus e ainda falta muito em nós e com certeza só alcançaremos na eternidade.

É preciso aprender o que disse o apostolo Paulo: “Mas o que para mim era lucro, passei a considerar como perda por causa de Cristo. Mais do que isto, considero tudo como perda, comparado com a suprema grandeza do conhecimento de Cristo, por quem perdi todas as coisas. Eu as considero como esterco para poder ganhar a Cristo e ser encontrado nele”.

Se Paulo chamou todo seu lucro, tudo que lhe era muito precioso de cocô o que ele chamaria esta frase “o melhor de Deus está por vir”?

Eu chamo de uma falácia manipuladora de fins escusos usada em beneficio pessoal a fim de manter um povo cativo que alimenta a avareza, a cobiça, promovendo riqueza de uns e miséria de outro, e que fomenta alienação e, sobretudo, um foco nesta vida levando o incauto a perder de vista o eterno.

Então como posso chamar tal frase. Nada mais do que CoCô.

Tomaz de Aquino
São Luis, 19 janeiro de 2012

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Todos esperam a meia noite!. Esperam como se fosse um momento mágico que traz consigo tudo novo. Uns se preparam, usam a melhor roupa, escolhem na cor preferida ou aquela que pode lhe agregar algum tipo de sorte. Outros buscam seus deuses na esperança de que lhes faça algum bem.

Reúnem a família e amigos tendo à mesa uma bela ceia, tudo para esperar a virada dos ponteiros do relógio indicando o novo dia. Líderes institucionais eclesiásticos definem o tema do ano na esperança de que ao chegar o ano novo traga consigo o que foi declarado.

A meia noite chega, fogos iluminam os céus, pessoas se abraçam desejam feliz ano novo. O relógio passou das 24:00 hora. É novo ano!

O que mudou? A contagem do ano mudou e o que mudou de verdade?

Na verdade não mudou nada, simplesmente o dia nasceu como outro qualquer.
O tempo nunca é novo, ele sempre volta, só será novo se fizermos dele um novo tempo. Quem muda somos nós ou nada muda.

O tempo que chega a cada dia, seja ele um dia qualquer ou mesmo o primeiro dia de um novo ano, é apenas uma nova oportunidade que Deus nos dá para vivermos diferente.

Portanto faça de 2012 a nova melhor oportunidade que Deus te dá pra viver. Decida aproveitar esse tempo reiniciado para “quer comais, quer bebais, faça tudo para glória de Deus”. Decida viver de tal forma que a cada dia sejas transformado pelo Espírito de Deus em uma pessoa mais parecida com Jesus.

Se vivermos assim de fato e de verdade 2012 será um FELIZ ANO NOVO.




Tomaz de Aquino



São Luis 30 dezembro 2011

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Minha resposta sobre cantores gospel na Som Livre


O que penso sobre a entrada de cantores evangélicos na Som Livre?
Poderia dizer que é uma bênção, a final de contas, como raciocina a maioria dos crentes, “a palavra de Deus está sendo semeada”. Mas será que isso é semear a palavra de Deus? Ou é apenas lançar mais um nicho de mercado na competição fonográfica brasileira? O fato de Deus usar até uma jumenta não justifica fazer dela uma missionária.
Eu poderia dar como resposta que é apenas mercado da música, mas a tornaria muito simplista e reducionista.
Minha resposta poderia também ser que a entrada de cantores gospel na Som Livre é uma armadilha, pois de fato é, pois nem todos que ali entraram ou entrarão sabem ou saberão lidar com a visibilidade e a fama que a Globo produz.
Portanto minha resposta une duas outras opções, ou seja, ser apenas mercado com ser uma armadilha o que resulta em algo muito ruim a médio e longo prazo.
A 23 anos atrás vi acontecer algo muito parecido. No auge do movimento das comunidades evangélicas ouvi a igreja profetizar muitas coisas que por si só não tinham erro algum. Profetizaram a tomada do monte da política (como assim era profetizado). Tomamos! Hoje temos frente evangélica parlamentar, temos políticos em todos os estados que confessam serem evangélicos. O que mudou? Mudou que já presenciamos escândalos em nome de evangélicos envolvidos na política e, quem deveria servir aos interesses do outro conforme o evangelho passou de modo comum aos demais, a buscar os seus próprios interesses. O nosso congresso nacional com esses novos políticos, não sofreu qualquer impacto que representasse alguma mudança em nossa nação assim como as câmaras de deputados e vereadores dos estados e municípios.
Foi profetizado também que haveria canais de tvs abertas com vários programas evangélicos e que algumas televisões seriam propriedades da igreja. Conseguimos! Mas o que vemos é uma TV dita como evangélica sem nenhum compromisso com o evangelho de Jesus a não ser com o seu próprio evangelho, assim como muitos programas que contribuem para, ou manipular pessoas ou para gerar uma grande rejeição ao evangelho.
O que aconteceu é que a principio a coisa começou romântica, com idealismo, com propósito, mas à proporção que o tempo passou novas possibilidades foram surgindo, fama, poder, conquistas pessoais foram se transformando em vontade de Deus e deu no que deu.
Hoje estamos dizendo basicamente a mesma coisa ao ver a musica gospel se tornar um novo nicho de mercado para a fonografia da Som Livre. O argumento usado é o mesmo: “Deus está abrindo as portas, a adoração está entrando onde nunca havia entrado. A mídia está se curvando à igreja evangélica”.
Tudo isso a principio pode trazer algum benefício, mas a médio e longo prazo a visibilidade que a Globo dá ao cantor é infinitamente maior do que tudo que antes porventura haviam conquistado. Fama, poder, dinheiro tem poder de corromper mais do que podemos mensurar e nem todos tem um caráter formado a ponto de suportar todas as duras investidas sobre si.
A Som Livre assim como qualquer gravadora é uma fábrica de ícones, ídolos e no caso especifico quando você os adora a Som Livre toca, e assim continua a promoção de novos ídolos o que desvia a adoração do foco que é Deus.
Deus não busca cantores, mas sim adoradores e isso a Som Livre não pode produzir. Deus não está limitado a ponto de lançar mão de instrumentos desse tipo.
Creio sim e com preocupação que a entrada dos cantores e músicos evangélicos na Som Livre é muito ruim a médio e longo prazo.
Que Deus tenha misericórdia e nos faça retornar à simplicidade da adoração a fim que não se repita o que antes já aconteceu, ou seja, “pela abundancia do teu comercio caíste”.

Tomaz de Aquino

São Luis, 21 dezembro 2011

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Porque há Natal?



Um clima novo no ar, clima de euforia no comércio, euforia entre amigos e familiares, clima de celebração e solidariedade. Tudo isso motivado porque o natal chegou.
Apesar dessas reações serem motivados pelo natal, isso não é natal!

Porque há natal?
Só há natal porque o verbo se fez carne e habitou entre nós.
Só há natal porque esse verbo viveu entre nós e não cometeu pecado algum se tornando o modelo para todo ser humano.
Só há natal porque o verbo tomou sobre si as nossas doença e enfermidades.
Só há natal porque o verbo amou de tal maneira que morreu pelos nossos pecados em uma cruz.
Só há natal porque o verbo não ficou na sepultura, mas ressuscitou.

O verbo?
O verbo é uma pessoa cujo nome é Jesus Cristo.
Há poder no nome de Jesus. Isso de forma simples e natural é visto pela maioria dos seres humanos, pois nesta data o nome de Jesus move tanto as relações fraternais quanto o comercio.
Mas o maior de todo o poder que há em Jesus é aquele que alcança o ser humano como está ou venha estar e o salva. Não pelo que fez ou não fez ou mesmo fará, mas simplesmente pelo Seu próprio amor demonstrado na cruz e por ter vencido a morte garantido a todos que nele crer vida eterna.
Esse é o natal que celebramos, esse é o natal que cremos!

Porque há natal?
Porque sem esse natal não há a verdadeira celebração da vida, pois Jesus o nosso natal disse: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”.


Feliz Natal


Tomaz de Aquino


São Luis, 09 dezembro 2011

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Sem maldição hereditária


Quem está em Cristo é uma nova criação, as coisas velhas passaram e tudo se fez novo”. Ou isso é verdade ou ainda “estamos mortos e nem nossos delitos e pecados”. Jesus, o Cristo de Deus “levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro a fim de que morrêssemos para o pecado e vivêssemos para a justiça; por suas feridas fomos curados”.

No entanto há pessoas que afirmam ter Jesus como Senhor e Salvador e ainda repetem a história passada e carregam em suas vidas o que Jesus já levou sobre si! Isso alguns “líderes” chamam de maldição hereditária.

Ainda que tal modo de vida de fato aconteça, não significa que algo precisa ser acrescentado ao que Jesus fez de forma perfeita. A questão é que não nos conformamos somente em crer no que Jesus já fez. Não queremos reaprender um novo tipo de vida pela renovação da mente a fim de experimentar a vontade de Deus que é boa, perfeita e agradável. Portanto o homem que é tendente a rituais, a esforços próprios, a terapias bem elaboradas, quer participar da coisa e não simplesmente crer, logo toma a iniciativa de fazer algo, dar alguma ajuda a divindade buscando uma oração forte, uma campanha aqui e ali, retroceder a gerações passadas para quebrar vínculos e muitos outros bem elaborados placebos do imaginário evangélico.

Ainda que a família tenha um legado ruim, legado de morte, falência, divórcios, prostituição, alcoolismo, drogas, não somos obrigados a repetir tais modelos porque fomos redimidos da “antiga maneira de viver”. Jesus pagou o preço para nos resgatar desse legado. Por que andar atrelado com esse legado, se a Bíblia diz que pelo sangue de Jesus Cristo fomos resgatados dessa vã maneira de viver?

A herança dos meus antepassados não é mais minha. A minha nova historia assim como a minha herança não tem a ver com a velha historia da minha família, mas com a historia escrita por Jesus Cristo lá na cruz do calvário.

O projeto de Deus não é o recomeço a partir do velho. Continuar debaixo de maldição significa que ainda não conhecemos Jesus como o mestre, Senhor e salvador de nossas vidas. A Bíblia diz que quem está em Cristo é nova criatura, nova criação. Temos que crer que Jesus é poderoso. Ele usou o seu precioso sangue para nos resgatar da herança ruim dos nossos pais. Quem admite carregar tralhas do passado tomou uma posição errada.

Não creio em quebra de maldição hereditária para quem está em Cristo Jesus.
Acreditar em maldição hereditária é levar nas costas dividas que já foram pagas! É carregar o passado que te impede de experimentar o novo de Deus. É não renunciar tal passado. Não somos obrigados a repetir a história de nossos seja dos nossos pais.

O apostolo Pedro afirma que os eleitos foram regenerados para uma esperança viva por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos.
Deus não quer sua herança, Ele quer você, e tem para te dá uma nova e bendita herança. Herança esta que está guarda nos céus, herança que não perece, não acaba, não pode perder seu valor. Os eleitos estão protegidos pela fé até que recebam tal herança e devem exultar mesmo que estejam sendo provados, pois a prova refina a fé tornando-a genuína.

Saímos do império das trevas para não olhar mais para traz. Quem olha para traz se torna estátua de sal. É sal, mas está morto. As coisas velhas fazem parte do legado passado. Deus faz novas todas as coisas.
É simples assim! Ou o homem está certo e Deus errado, ou Deus está certo e o homem errado.

Seja Deus verdadeiro e todo homem mentiroso!


Tomaz de Aquino


São Luis, 18 de novembro de 2011

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Cobertura Espiritual


A cobertura espiritual é uma “doutrina” da modernidade evangélica que promete proteção aos que estão sob a guarda da instituição através do seu líder principal e àqueles que delas se retiram afirma ficarem expostos ao mundo espiritual e às ações de Satanás. Quem busca essa tal “cobertura espiritual” quer que um ser humano igual a si mesmo com todas as suas debilidades a maioria das vezes camuflada, seja a sua proteção contra os ataques do inimigo.

Como pode um ser humano ser proteção para outro se ambos são falhos, pecadores diante de Deus? De onde saíram estas idéias?

Os salmistas bíblicos tinham outras percepções sobre quem os protegiam: “De onde vem o meu socorro? O meu socorro vem do Senhor”. Criam que somente estamos protegidos “no abrigo do altíssimo”; e que também “se não é o Senhor que vigia a cidade, será inútil a sentinela montar guarda”.

Nossa proteção é estar ligado ao corpo de Cristo que tem Jesus como cabeça. No entanto, mesmo ligado a este corpo não estamos imunes a situações difíceis, ataques de Satanás, dores, perdas e frustrações. “A palavra que temos não é o “pare de sofrer”, mas é: “Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo.” (João 16:33).

Não precisamos de cobertura espiritual, mas sim de relacionamento saudável, companheiros de viagem nessa estrada com Jesus. Precisamos estar unidos uns aos outro porque “melhor é ter companhia do que estar sozinho. Se um cair o amigo pode ajudá-lo a levantar-se”. Esse companheiro de viagem é para ajudar e ser ajudado, amar é ser amado, compreender e ser compreendido, perdoar e ser perdoado. Não há maiores, somos iguais.

Se referindo ao sistema de autoridade de controle uns sobre os outros, Jesus disse: “Entre vós não será assim. Quem quiser ser o maior será o menor, quem quiser ser o senhor será servos de todos”.

Cobertura espiritual é apenas controle e manipulação criada por lideres inescrupulosos cujo projeto é fazer crentes bonsai, aqueles que não crescem e ficam sempre dependentes de suas palavras e suposta proteção. Quem busca este tipo de “cobertura espiritual” é na verdade gente que, devido a sua preguiça quanto às coisas espirituais quer transferir a sua responsabilidade de buscar a Deus, de orar, estudar a palavra e confiar no Senhor para tomar as suas próprias decisões, para outros a fim de não ser responsável por suas derrotas e assim ter a quem culpar.

Não creio em cobertura espiritual a não ser aquela que todos os que são seguidores de Jesus já possuem, ou seja, a proteção que vem do Senhor, aquele é “Pai de todos, que é sobre todos, por meio de todos e em todos”.

Creio apenas no “se Deus é por nós quem será contra nós?”, pois se Deus for contra nós quem será ao nosso favor?


Tomaz de Aquino


São Luis, 31 de outubro de 2011


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

O Jesus que eu creio



Certa vez Jesus perguntou aos seus discípulos: “Quem os outros dizem que o filho do homem é?” Muitas eram as impressões: “Alguns dizem que é João batista; outros Elias; e, ainda outros, Jeremias ou um dos profetas”.

Jesus não estava preocupado com o pensavam ser ele, mas queria que seus discípulos soubessem exatamente quem ele era de verdade – “Quem vocês dizem que eu sou?” Pedro pela revelação do Pai afirmou: “Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo”.

Esse é o mesmo desejo de Jesus para os discípulos de hoje, que saibamos quem ele é e não o confundamos com alguma espécie de jesus criado pela religião.

O jesus da religião é sem amor, é inflexível,  está disposto sempre a punir quem erra. É um jesus que exige sacrifício dos seus seguidores e que usa tais sacrifícios como matéria prima de barganha.
O Jesus da religião é um jesus utilitário que está à disposição dos crentes para realizar os seus desejos. É um jesus que para fazer o que quer os crentes pode até burlar contas em banco fazendo  desaparecer dívidas reais.

Eu creio que Jesus é o mesmo de ontem que fazia milagres e será assim sempre. Aquele que curou cegos, leprosos, paralíticos, ressuscitou mortos e que pode fazer tudo isto e muito mais ainda hoje.
Eu creio que é o mesmo Jesus cheio de amor que andou no meio de pecadores, que comeu com publicanos, que se recusou a fazer descer fogo do céu sobre uma cidade que o rejeitou e que deu a vida por todos indistintamente.

Mas não creio que Jesus o messias de Deus que viveu entre nós e não pecou, hoje está disposto a fazer qualquer coisa para avalizar a vida de líderes que prometem absurdos. Não creio que Jesus ratifica poder de amuletos qualquer que seja inclusive de tolhas mágicas que ao passar na fechadura de um banco faz sumir dividas.

Creio no Jesus de Deus o mesmo santo de ontem que não estava disposto a burlar nada mesmo que fosse a seu favor. Creio no Jesus que veio para buscar e salvar os que se haviam perdido. Creio no Jesus que sobre si estava a unção para pregar as boas novas aos pobres, para proclamar liberdade aos presos, recuperar da vista os cegos, para libertar os oprimidos e para proclamar o ano da graça do Senhor.

Quem é o Jesus que eu creio?
Ele é o filho do Deus vivo, é o messias de Deus para minha vida. É o caminho, é a verdade e a vida. Aquele que foi feito Senhor e Cristo. O alfa e o Omega, o principio e o fim.

Esse é meu Jesus! Esse é o Jesus a quem dou todo crédito!

Tomaz de Aquino

São Luis, 28 de outubro 2011

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Vinte e cinco anos de diferença



Hoje fazem 25 anos que meu filho Filipe nasceu. Ele veio diferente!
A diferença sempre assusta, mas foi exatamente essa diferença que me fez um pai diferente. Talvez como um profundo discernimento inconsciente de que é um diferente na sociedade, Filipe sempre usa a palavra diferente.

O fato é que ele estabeleceu uma grande diferença, não porque ele é diferente, mas porque fez, faz e ainda fará muita diferença em nossas vidas.

À proporção que tempo passou, a verdadeira diferença se estabeleceu em minha vida.

Com sua diferença e sem nada saber em função da sua limitação cognitiva, se tornou em minha vida um mestre que tem me ensinado as virtudes que mais preciso, fé, esperança, amor e paciência. Ele tem me ensinado a contar os meus dias aprendendo com as experiências boas e difíceis o que me possibilita adquirir sabedoria do coração.

Celebrar vinte e cinco anos de Filipe é celebrar uma caminhada de aprendizado que mesmo com dor se tornou um grande presente, pois um mundo perfeito não é um mundo sem problemas, mas um mundo onde amamos a Deus a cima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmo.

Parabéns Filipe! Obrigado por proporcionar não só a mim, mas a sua mãe e irmãos a possibilidade de aprendermos a conhecer experimentalmente o que é amar de verdade.

Feliz vinte e cinco anos meu filho querido Filipe.


Teu pai


Tomaz, Pinheiro ou pastor velho


São Luis, 18 de outubro 2011

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A morte de Steve Jobs


Steve Jobs é uma clara manifestação da graça comum de Deus que abençoa a todos com dons e talentos. Uns os multiplicam, outros os enterram. Graças a Deus que Steve Jobs não enterrou os seu.

Aos 56 anos morreu como o homem que mais influenciou a tecnologia de informação do nosso século. Além das suas criações deixou em um de seus discursos (http://www.youtube.com/watch?v=yw5fuDMblYg) um legado de princípios extremamente interessantes de serem aprendidos.

Ele aprendeu lições importantes com a iminente morte a ponto de afirmar: “Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.” [Steve Jobs]
Jesus nos ensinou isso muito antes quando disse: “Que perder a sua vida aqui vai ganhá-la”. Quem tem medo de perder vai perder mesmo, mas quem vence o medo de morrer viverá com Jesus.

Com suas palavras Steve Jobs não faz apologia à morte, mas a apresenta como necessária para que outros possam contribuir na construção do mundo.

Ele disse: “Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. E, por outro lado, a morte é um destino do qual todos nós compartilhamos. Ninguém escapa. É a forma como deve ser, porque a morte é provavelmente a melhor invenção da vida. É o agente da vida. Limpa o velho para dar espaço ao novo”.

Jesus nos ensinou que a morte de fato não é o fim de tudo, é uma passagem para a vida eterna para aqueles que nele crêem. A morte para os que crêem em Jesus não é uma ameaça, pois foi vencida e na verdade ela oferece a oportunidade para que a ressurreição de Cristo se concretize em nossa vida.

“Quem crer em mim ainda que esteja morto viverá”. “Quem ouve as minhas palavras e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não será condenado, mas passou da morte para a vida”.

Que a misericórdia de Deus alcance o Steve Jobs, e nós os que estamos vivos, vivamos sabendo que mesmo que haja iminente morte depois dela vem a vida eterna com Deus.

São Luis, 06/10/11

Tomaz de Aquino

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Crise Mundial



O mundo está em crise generalizada.
Crise no ecossistema: Terremotos, maremotos, tsunamis. Vulcões antes em extinção hoje em erupção, seca em umas regiões e enchentes em outras.
Crise na economia mundial: A Europa falindo, os Estados Unidos da America uns dos pais mais ricos do mundo em uma crise sem precedentes, a China a custa da miséria dos chineses se destacando como potencial mundial.
Crise nas lideranças: Há um vazio claro quanto a lideranças sérias seja na política ou mesmo na igreja.
Crise social: desordem nas cidades, a saúde na UTI, trânsitos caóticos, falta de condições mínimas de vida em muitas regiões, fomes, doenças e a miséria institucionalizada em algumas regiões da terra.
Crise da moral: filhos matando pais, crianças tornando-se assinas ou mesmo suicidas. São tantas crises que seria desnecessário lembrar cada uma delas.

A pergunta que salta dos nossos lábios é: Por que tudo isso? Qual a razão disso? Quem são os responsáveis? O que significa tudo isso?
Tentando encontrar responsáveis passamos a listar os prováveis: São os lideres que não priorizaram o eco-sistema, são os políticos que legislam em função dos seus próprios interesses; é a ganância dos ricos em terem cada dia mais sem se interessarem por uma necessária distribuição de renda; é a família que está se desagregando cada dia mais gerando filhos e filhas desequilibrados que se tornam ou suicidas ou mesmo homicidas; é a falta de respeito com o ser humano. E por ai vai!

Será que não há uma explicação alem do natural? Será que a causa de toda crise mundial seja política, econômica, social não é uma resposta à crise espiritual do ser humano?

O norte americano não entende que as dificuldades vividas assim como os cataclismos que têm experimentados possam ser sinais de tempos finais ou mesmo sinais de reprovação de Deus quanto ao modo de viverem. Será que não estão cegos pela soberba?

Outras perguntas são necessárias: A crise do nosso mundo não será a natureza reagindo a indiferença do ser humano ao criador? Não será porque a criatura decidiu viver à margem da dependência do seu criador, viver como se Deus não existisse?

A resposta que Deus deu ao profeta Ageu quando se instalou em Israel uma crise que atingiu a terra, a economia, os animais, homens e mulheres da sua época foi: “Por causa do meu templo, que ainda está destruído, enquanto cada um de vocês se ocupa com sua própria casa”(Ageu 1:9-11).

O profeta Ageu registrou que “os céus reteve o orvalho e a terra deixou de dar seu fruto” tendo como a causa disso o descaso quanto à construção do templo em Israel. Com o céu fechado a conseqüência imediata foi a seca que atingiu o trigo, o vinho, o azeite e tudo que a terra produzia assim como os homens e gados. O trabalho das mãos estava totalmente prejudicado.

Será que sobre nós, gente da terra, o céu não está fechado? Não será hora de nos voltarmos, não para construção de novas catedrais, mas sim à construção do templo do Senhor em nossas próprias vidas?

Templo caído é templo sem Deus. Templo sem Deus é vida sem paz, sem alegria, sem prosperidade de verdade ainda que viva aparente calmaria. Templo caído pode aparentar uma suposta paz, mas traz uma iminente guerra.

Não é possível viver sem Deus sem que haja conseqüências nefastas. Eliminar Deus de nossas vidas implica em mudança drástica seja na família, na igreja, seja na economia ou na política assim como em todo ecossistema. Sem Deus o ser humano está perdido sem direção e sem esperança quanto ao futuro.

É possível reverter a crise? Não sei! Mas é perfeitamente possível e necessário iniciar ou reiniciar a reconstrução da habitação de Deus em cada ser humano em todos os lugares da terra.

Seja você mesmo a casa do Senhor.


Tomaz de Aquino


São Luis, 28 setembro 2011

sábado, 10 de setembro de 2011

É INSUPORTÁVEL

Este é um texto em vídeo que não escrevi, é de autoria de meu amigo Caio Fábio.
Eu mesmo não poderia expressar com palavras tão sábias e oportunas, mas é tudo que creio, tudo que ensino e tudo que vou continuar a ensinar.
É uma denuncia profética de tudo que está sendo veiculado como "evangelho", mas que não passa de religião em favor de um só ou de um grupo.
Assista, reflita e mude para o evangelho como o evangelho é.

Tomaz

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Desespero ou Esperança


(1 Co 15:1- 19,32)

O mundo está em desordem! As principais economias do mundo estão em declínio.
A Europa está ruindo. Os Estados Unidos, a mais poderosa das nações, está em um abismo econômico, o que fez com que as bolsas do mundo inteiro caíssem provocando perdas gigantes.
Surge a China como potencia econômica, mas com sérios problemas estruturais e sem nenhum respeito humano deixando milhões de pessoas vivendo na miséria total. O Brasil que também surge como um país também em crescimento, mas tem suas principais necessidades ainda abaixo da média mundial.

O eco-sistema esta em desequilíbrio, cada dia mais terremotos, vulcões em erupção, enchentes, chuvas fora de temporada, clima em constante mudança.

Os homens de hoje já trazem em sai as características enumerada pelo apostolo Paulo como as marcas dos homens dos tempos finais: egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus (2 Tm.3:15).
Como conseqüências dessas marcas desastrosas no ser humano, o que se vê são assassinatos, corrupção, a própria justiça ameaçada e vencida por bandidos, adolescentes se drogando e se prostituindo por comida, AIDS alcançando níveis alarmantes.

O que esperar do futuro da humanidade? Há solução? Será possível mudar esse quadro mundial?

Os mais “crentes” lembrarão: a igreja é a solução para transforma o mundo.

A “igreja”?
A igreja mergulha num misticismo, numa pratica umbandista para alcançar uma bênção, é conduzida por líderes gananciosos que visam não o bem dos discípulos e sim os seus bens. Isso tem gerado gente apóstata, ou seja, que abandona a fé verdadeira seguindo espíritos enganadores e doutrinas de demônios. Como conseqüência imediata uns deixam a fé de uma vez e outros estão abandonando o barco das instituições chamadas “igrejas”.
Pra piorar ainda mais a igreja embarcou em uma furada, embarcou na teologia da prosperidade que tem um efeito destruidor porque remete cada crente nela a uma espiritualidade da terra e para terra. Essa teologia gera gente gananciosa em cujo olhar e expectativa não há transcendência. A “igreja” abandonou o evangelho e adotou pra si um evangelho misturado com muitas porções de água suja.

Todos esses fatores juntos geram desespero, angustias e incertezas. Se tudo se resumisse ao que vemos poderíamos concluir: Não há futuro, não há esperança, instalou-se o desespero!

O apostolo Paulo na sua primeira carta aos coríntios solta um grito pra acordar a todos que crêem nessas coisas: “Se a nossa esperança se resumir a esta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens”.
Paulo afirma que o que nos garante não é a esperança da terra, mas a esperança da eternidade, e essa esperança só pode encontrada na convicção da ressurreição, na convicção da eternidade vivos com Jesus Cristo.
A ressurreição não é uma doutrina e muito menos uma teologia, é um fator essencial em nossa esperança. Paulo afirma ainda que se não há ressurreição então Cristo não ressuscitou e se Cristo não ressuscitou nossa fé é inútil. Se isso não for verdade então nada é verdade e só nos resta comer e beber até morrer – “comamos e bebamos que amanhã morreremos”.